Destaque

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Não é de hoje que o Fisco catarinense é referência nacional positiva. E foi justamente o trabalho consolidado da administração tributária estadual que fez a diferença na rápida recuperação da economia catarinense após o primeiro abalo da pandemia. Em análise do Sindicato dos Fiscais da Fazenda do Estado de Santa Catarina (Sindifisco), o presidente José Farenzena (Zeca) destaca os principais fatores que deverão levar o Estado a um novo recorde de arrecadação, apesar da crise que atinge o mundo inteiro.

A nomeação dos 90 auditores fiscais aprovados no concurso público de 2018 foi providencial. Apesar da pandemia, os profissionais passaram por treinamento e já estão atuando em reforço ao time. Entre os nomeados, 23 já vinham de fiscos de outros estados e puderam começar o trabalho mais rapidamente.

Mesmo com a pandemia, o Fisco catarinense seguiu as atividades a todo vapor e inseriu novidades na fiscalização e monitoramento no segundo semestre, com o piloto da NFC-e (Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor) em agosto; a entrada em produção da aplicação Malhas Fiscais em setembro; e o estudo do Dispositivo Autorizador Fiscal, para controle do varejo, que deve começar a operar agora no início de 2021. A fiscalização tanto presencial quanto de auditoria, se manteve em ritmo intenso, com atuação destacada em setores como combustíveis e lubrificantes e também de bebidas.

Os investimentos privados continuaram sendo feitos, com a chegada de novas empresas, graças a políticas tributárias seguras e também a fatores como mão de obra e infraestrutura, o que manteve o Estado entre os principais geradores de emprego e renda do país.

“Um fenômeno interessante é a retomada intensa da atividade econômica especialmente em setores como o metalmecânico, cerâmica, pisos e bens de consumo duráveis, em que SC é grande produtor, assim como o agronegócio. O Estado tem tudo para dar um novo salto de desenvolvimento econômico em 2021”, projeta Zeca.

Ele acredita que a situação ímpar de SC em termos de Brasil faz com que os gestores públicos aqui no Estado tenham tranquilidade financeira para tomar suas decisões ao longo dos últimos anos. “O Fisco vem provendo o que é necessário para manutenção dos investimentos públicos. Mesmo com a crise interna que tínhamos no início do ano, antes da pandemia, o trabalho não parou. O resultado é uma situação fiscal bastante positiva em Santa Catarina, apesar da conjuntura, inclusive com recordes batidos ao longo do ano. Dezembro também teve desempenho muito bom e ficou bem próximo da marca inédita de R$ 3 bilhões”, completa.

Assessoria de Comunicação Sindifisco