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Santa Catarina segue com fôlego maior que a média nacional na criação de novos empregos. O Estado fechou o primeiro semestre do ano com a criação de 84.367 novos empregos, dos quais 9.676 foram abertos no mês de junho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

Frente ao total de habitantes, SC avançou 3,7% em vagas, o melhor resultado da Região Sul, segundo cálculos do governo do estado. O Paraná cresceu 3,2% e o Rio Grande do Sul 2,9%. Considerando o total de vagas, SC ficou em quinto lugar no país, atrás de São Paulo (385 mil), Minas Gerais (140 mil), Rio de Janeiro (104 mil) e Paraná (90 mil).

No mês de junho, os serviços seguiram liderando a criação de vagas em SC, com a abertura de 4.518. Em segundo lugar ficou o comércio com 2.380, a indústria abriu 1.480, a construção 1.075 e a agropecuária, 223.

Considerando o semestre em SC, os serviços lideraram com 43.395 vagas, seguidos pela indústria com 23.982, construção 13.493, comércio 3.673 e a agropecuária fechou com queda de -176.

Para o governador Carlos Moisés, o Estado surpreende na geração de empregos porque já conta com estoque elevado. Prova disso é a taxa de desemprego de 4,5%, a menor do país.

– Santa Catarina segue gerando novas vagas de trabalho formal, mesmo com uma realidade de pleno emprego e a menor taxa de desocupação do país. Estamos mantendo o ritmo de contratações do ano passado, quando tivemos o melhor resultado da nossa história. Tudo isso mostra a resiliência do nosso empreendedor, apesar de um cenário externo difícil – afirma o governador.

As maiores cidades de SC tiveram saldo positivo de vagas em junho. Joinville fechou o mês com 1.411, Florianópolis somou 416, Blumenau 346, Chapecó 161, Criciúma 590, e Itajaí 566.

O Brasil encerrou junho com criação de 277.944 e no primeiro semestre, acumulou 1.334.791. Esse desempenho no emprego reflete um maior ritmo da economia do país, até inesperado, gerado, em parte, por incentivos sociais do governo federal. Em SC, a alta está ligada aos crescimentos no mercado interno, externo e investimentos.

Via NSCTotal – Coluna Estela Benetti