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Entre os setores dinâmicos da economia catarinense que integram o agronegócio estão a silvicultura – exploração comercial de florestas plantadas – e a extração vegetal de recursos naturais. A Pesquisa de Extração Vegetal e Silvicultura (PEVS), realizada pelo IBGE apurou que o valor da produção dessas duas atividades alcançou R$ 1,8 bilhão em 2020, com crescimento de 12,2% frente ao ano anterior. Desse total, R$ 1,72 bilhão veio da silvicultura, sendo 80% de toras de madeiras como pinus e eucaliptos usadas por indústrias de papel e celulose e em outros setores.

Santa Catarina, no ano passado, ficou em 2º lugar nacional em produção de toras e em 4º lugar no país em silvicultura de um modo geral. Minas Gerais ficou em primeiro lugar em silvicultura, com R$ 6,1 bilhões; seguido pelo Paraná com R$ 4,8 bilhões; SC, que obteve R$ 1,7 bilhão; e São Paulo, com R$ 1,5 bilhão. A madeira renovável também atende a indústria moveleira e o setor de construção civil, entre outros. Além disso, a exportação é crescente. 

O valor da extração vegetal, segundo o IBGE, chegou a R$ 71,7 milhões, 22,4% mais frente ao ano anterior. Nesse grupo estão alimentos como erva-mate, pinhão, palmito e outros e também produtos com outras utilidades como madeiras, lenhas, toras e carvão vegetal.

O IBGE apurou nesse levantamento que em Santa Catarina 63,7% da área plantada é de pinus, enquanto que na Região Sul chegou a 49,4%. Nas outras regiões do país predomina o eucalipto.

Via NSCTotal – Coluna Estela Benetti